A decisão de investir R$ 100 mil requer um planejamento estratégico, focando na segurança e na rentabilidade. Especialistas recomendam que uma parte significativa, cerca de 60% aos arrojados, 75% moderados e 90% aos conservadores, seja destinada a ativos de renda fixa, como o Tesouro Selic, garantindo liquidez. O restante pode ser alocado em fundos imobiliários e fundos de infraestrutura, que oferecem rendimentos recorrentes, além de considerar o Tesouro IPCA+ para proteção contra a inflação.
Conforme diversos planejadores financeiros e a própria situação econômica brasileira, a renda fixa se destaca em um cenário de juros elevados, reforçando a preservação do patrimônio. Para muitos e até de forma numérica, chegar aos R$ 100 mil é um marco importante. O crescimento gradual da alocação em ativos mais arriscados, à medida que os investidores adquirem experiência e conhecimento é uma conquista, pois ao longo do caminho provavelmente o investidor foi desafiado entre dúvidas, medos e incertezas.
Dessa forma, aquele que conseguiu se manter firme no objetivo e respeitou a diversificação entre renda fixa e renda variável otimizou a rentabilidade sem sobrepor o risco. Aproveitando os cenários desafiadores, como a inflação elevando e as taxas de juros subindo, que impactam diretamente no retorno dos ativos.
Oportunidades em FIIs e Investimentos no Exterior
Os fundos imobiliários são uma excelente escolha para investidores conservadores. Eles oferecem dividendos mensais, o que atrai aqueles que buscam fluxo de caixa constante. Alguns fundos, como os filtrados no Clube Acionista pelos mais recomendados conforme o consenso do mercado, apresentam dividendos anuais de até 13%. Apesar disso, adicionar renda variável deve ser uma abordagem cautelosa, alocando apenas uma parte menor em ações e fundos de ações, para equilibrar a carteira sem assumir riscos excessivos.
Além disso, a diversificação internacional através de ETFs e BDRs tem ganhado atenção, principalmente em tempos de incerteza econômica local. Isso dilui riscos e oferece uma oportunidade para aumentar a rentabilidade sem estar totalmente exposto ao mercado interno. Manter uma reserva líquida em ativos pós-fixados é sempre uma prática prudente.
Definindo o Perfil de Risco do Investidor
A alocação dos R$ 100 mil deve considerar o perfil de risco do investidor e seus objetivos financeiros. Para qualquer pessoa, a reserva de emergência deve ser de 6 a 12 meses de despesas. A análise cuidadosa é essencial, já que escolhas imprudentes podem impactar severamente o crescimento patrimonial. Um investimento em ações exige consciência sobre a volatilidade. Para quem está na fase de acumulação, a renda variável pode ser mais apropriada, enquanto aqueles próximos da aposentadoria devem focar em ativos que tragam renda constante.
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